
O que vem a seguir é um sonho que tive na noite seguinte à descrita no post anterior e foi sem dúvida despoletado pelos acontecimentos lá descritos. Adiei a publicação do post porque ainda não tinha imagem para acompanhar.
O sonho fica aqui, se não ficasse, esquecia-me que alguma vez o tive, como me esqueci de tudo o que um amigo de infância que não via há 15 anos contou quando o encontrei há dias. Encontrei-o por acaso e no dia seguinte ele salvou o meu cão porque o reconheceu quando o viu numa situação complicada após ter fugido de casa.
Ela estava cantar ou a falar na igreja? Não me lembro, só lhe via a cabeça no meio das outras cabeças. Depois reparo que estava nua.
Entretanto estamos cá mais para trás na igreja, ambos nus deitados no chão e ela está por cima de mim. Eu estou desconfortável com a situação e ela diz-me "Tu mudaste". Eu explico que não mudei, só não me sinto à vontade em estar com aquela gente toda à volta. Na realidade nem sei se alguém está a olhar para nós.
A seguir, já fora da igreja procuro o minha família, mas encontro-a novamente... e perco-a.
Junto a um lago não muito grande, estão algumas crianças a brincar com peixes, grandes, com mais de meio metro, com cores vivas e moribundos devido aos maus tratos das crianças. As crianças tentam incentivar um cão que está dentro do lago a apanhá-los. Felizmente o cão não se interessa pelos peixes.
As crianças continuam a atormentar os peixes. Eu finalmente intervenho e, apesar do receio de não ser compreendido, explico que o sofrimento que os peixes sentem é igual ao nosso, que eles sentem da mesma maneira. As crianças ouvem e parecem compreender.
As imagens parece que andam a ficar ainda mais frias que o normal. Ainda bem, equilibram os ânimos do texto e olhar para elas talvez ajude a esquecer por momentos o calor que se faz sentir.
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